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quarta-feira, 25 de março de 2009

MF - DINHEIRO DO INVESTIDOR

Revista IstoÉ Dinheiro - Investimento - Malha, porquinho!

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/598/artigo129114-1.htm
Por que o governo quer fazer a poupança, que atraía recursos de outros investimentos, ficar mais magra.
MÁRCIO KROEHN

ARTE: EVANDRO RODRIGUES

O PRESIDENTE LULA alertou de Nova York: o porquinho terá que fazer, urgentemente, uma dieta. Desde a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, há duas semanas, de reduzir a taxa Selic em 1,5 ponto percentual, os investidores começaram a fazer contas. E perceberam que a poupança está ficando mais atrativa que suas concorrentes que têm um nível maior de risco, como os fundos de renda fixa e os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Com a Selic a 11,25% ao ano, os investimentos atrelados a ela podem ter um rendimento real menor que o da poupança quando se desconta o Imposto de Renda, o IOF e as taxas de administração, que variam de 0,5% a 2,5%, dependendo da instituição financeira. A vantagem da poupança é entregar uma rentabilidade limpinha para o poupador, sem a incidência de tributos. Além disso, o porquinho está dentro do fundo garantidor de crédito, que devolve até R$ 60 mil depositados em cada instituição financeira por CPF em caso de insolvência. Antes que aconteça uma corrida pelos depósitos na caderneta, o governo estuda alterar os cálculos de rentabilidade, o que deve acontecer até o próximo encontro do Copom, no final de abril.

Hoje a rentabilidade da poupança é calculada pela taxa referencial (TR), um indexador que garante em média 0,5% ao mês, mais 6% ao ano. "A TR é um mix de indicadores que faz com razoável competência a reposição da inflação", diz Mauro Calil, professor do Centro de Estudos Calil & Calil. É ela que deve ser alterada nessa nova discussão. Mas o poupador pode ficar sossegado: a alteração no indicador sempre buscará uma média que garanta um retorno igual ou melhor que a inflação para o pequeno investidor. "A metodologia vai ter que se adaptar a essa nova realidade da taxa de juro", afirma Alcides Leite, especialista em mercado financeiro da Trevisan Escola de Negócios.

Por outro lado, o perigo em se ter uma poupança mais atrativa que outros investimentos é o desequilíbrio que pode ocorrer no sistema financeiro. Grandes investidores pagam impostos quando aplicam em fundos ou CDBs. Além disso, são eles que compram títulos públicos e ajudam a financiar a dívida do governo federal.

A decisão de baixar a taxa Selic para 11,25% ao ano fez a
caderneta render mais que a renda fixa

E, como o dinheiro da poupança tem que ser utilizado exclusivamente para o crédito habitacional, o excesso de recursos sem que haja procura por empréstimos pode obrigar os bancos a enviá-los para o Banco Central na forma de depósito compulsório. Já os CDBs, investimento que está em alta desde o ano passado, podem ser utilizados para outros tipos de financiamento. "Pode haver uma menor quantidade de recursos para a economia e um excesso para a habitação", alerta Calil.

O investidor deve, neste momento, fazer uma troca do seu investimento? A sugestão dos especialistas é esperar. "A poupança vai sofrer uma redução, mas, para volumes pequenos de aplicação, ela vale a pena", diz Leite. Como deve acontecer uma correção em pouco tempo, o pagamento das taxas para sair de uma aplicação pode não compensar a mudança para a poupança. O importante neste momento é avaliar onde investir. "A poupança é mais atrativa que a renda fixa ou o CDB para quem precisar do dinheiro em menos de três meses", afirma Calil. Mesmo para aqueles que hoje estão na poupança e estão pensando em horizontes longos, a sugestão é aguardar. CDBs que paguem menos de 97% do CDI podem não valer a pena. A sugestão é pedir a ajuda do gerente da agência para calcular o retorno de cada um.

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Por Prof. Elson

Taí uma boa análise a ser feita... vocês investiriam em qual aplicação: Poupança - que rende TR + 6% aa - ou Renda Fixa - que paga 97% do CDI e tem incidência de imposto de renda e IOF?

1 comentários:

Respondendo sua pergunta: no caso de JÁ TER uma aplicação em renda fixa, optaria por mantê-la aplicada, desde que a longo prazo. Isso em virtude de poder ocorrer "outras" mudanças no mercado financeiro. Porém se fosse para optar HOJE por uma aplicação, nesse caso optaria pela poupança,que mesmo que não desse um rendimento maior, daria mais segurança E "está dentro do fundo garantidor de crédito, que devolve até R$ 60 mil depositados em cada instituição financeira por CPF em caso de insolvência."

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