Conforme conversamos em nosso encontro de 13/03 na visão da articulista, as mulheres terão um peso preponderante nas relações de consumo. Quero a opinião do público masculino a respeito... meninas, referendem ou contraponham o que os rapazes disseram.
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Do Portal HSM MANAGEMENT
Diante dos desafios impostos pela situação econômica, as mulheres ajustam, imediatamente, a dispensa de suas casas e seu comportamento de compra. Confira as mudanças típicas desse período e os conselhos da especialista, Marti Barletta.
1. O preço ofusca o valor: dado o arrocho no orçamento, as mulheres consideram abrir mão de alguma qualidade e das marcas, para obter uma vantagem de preço. Assim, em vez de buscar acrescentar valor aos produtos ou oferecer pacotes, os profissionais de marketing devem, nesta fase, procurar manter seus preços baixos.
2. Poupança conta mais que conveniência: quando a coisa aperta, as mulheres tendem a renunciar aos produtos e serviços que significam economia de esforços, em nome da economia de dinheiro. Cabe ao marketing, então, privilegiar o conceito “faça você mesmo”, seja nos supermercados (menos saladas higienizadas, menos bolos prontos etc.), nos serviços para o lar (as lavagens de automóveis, limpeza de calhas ou de tapetes etc.) ou nas entregas em domicílio.
3. O sustentável supera o descartável: as mulheres vão trocar os descartáveis pelos reutilizáveis, o que faz a economia de dinheiro andar junto com a salvação do planeta. Esta é uma oportunidade maravilhosa para produtos verdes alavancarem seu valor ao acrescentar a mensagem de economia aos seus anúncios.
4. O essencial antes do prazer: os pequenos mimos que as mulheres se dão –um batom, uma revista feminina, aulas de ginástica– podem ser suspendidos por um tempo. Os mais espertos oferecerão às mulheres esses itens extras, passando a elas a mensagem “Você merece!”.
5. Compras via internet em vez de no varejo tradicional: as mulheres vão pesquisar novas maneiras de economizar e as compras online fazem-nas poupar gasolina, estacionamento, babá e tempo, além de oferecerem um mundo de ofertas. As mulheres que descobrem na web os carrinhos do tipo “guarde para depois”, bem como as avaliações de outros consumidores e as “listas de desejos”, não voltarão ao varejo convencional.
6. A economia pesa mais que a experiência de compra: o entretenimento ligado às compras perde terreno para as compras planejadas e funcionais, com mais listas de compras e menos compras por impulso. A diversão sai das ruas para as residências e, assim, ganham as locadoras de filmes e de jogos e a pipoca de microondas, por exemplo.
Fonte: Portal The Trendsight Group






5 comentários:
Tenho várias idéias para debater sobre este assunto, porém vou esperar algum homem fazer um comentário antes...ok?!
Siceramente professor, se a economia mundial tivesse a sorte de ter em seus vários setores do mercado financeiro, mulheres no comando ou a crise estaria 3 x pior ou ou ela não estaria presente. As mulheres quando querem entender de um certo assunto elas realmente ENTENDEM...
E quando querem economizar economizam e muito agora quando querem gastar há isso elas fazem melhor ainda, independente da crise no momento o motivo; sua independencia financeira ou o bolso do marido.
Bom acredito que as mulheres gostam sim de gastar e isso é ótimo para o mercado financeiro, muitos homens acreditam que as mulheres gastam porque são "viciadas..."
(rsrsrs...)
Mas nós simplismente geramos um conforto a nossas familias.
Quando o assunto é economizar são as mulheres que vão a luta fazer pesquizas de preços para transformar um orçamento de 1 salário em 3 salários pois a mulher pode comprar até de mais, mas compra o essencial.
Aquela história de que "mulher é consumista maluca" ja era os homens que cada vez mais estão adotando uma postura de status.
Mulher de hoje em dia é mãe e pai (em sua grande maioria)e definitivamente está mais preparada para a crise que muitos Homens por ai
Depois desta aula da Louise... sem comentários!
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