Notícia de hoje (04/03) na Agência Estado (clique aqui) traz uma ênfase nas mudanças que a indústria da mídia está passando e como a inovação muda completamente a realidade dos negócios.
Segundo o pesquisador Henry Jenkins (MIT) a mídia como a conhecíamos - fechada em si e tradicional, dará espaço a um tipo de mídia complementar, onde os vários canais serão utilizados para transmitir certa mensagem... mas tudo de acordo com a preferência do usuário, afinal, nesta transmídia, quem estará no comando será o individuo.
Você que é da geração "Y" ou "Pokemón" e que está mais habituado a esta mídia convergente, o que acha disso?
E você que, como eu, ainda pena para conseguir acessar a internet e não se dá muito bem com o "simples" SMS, como será sua vida a partir dessa transmídia?
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5 comentários:
professor, a matéria sobre as previsões e os nãos mostra bem as dificuldades que a sociedade tenta nos impor diariamente, mas cabe a nós a decisão de inovar, quebrando os paradigmas e as molduras as quais somos submetidos, é a luta e a persistencia com conhecimento que nos leva as vitórias.
este artigo mostra a rapidez com que a tecnologia avança, mas sempre apoiada em versões anteriores, é novamente a busca pelos desafios e a educação continuada que nós colocará ao nível de conhecimento exigido em um futuro próximo, pois quem achar que já sabe tudo estará fadado ao fracasso no mercado competitivo em que vivemos.
Esse artigo é excepcional!
Ocasionalmente, essa semana adquiri um exemplar da revista Super Interessante - MAR/09. E um por coincidência encontrei na área da revista denomidada "Super Papo", uma entrevista com o americano Henry Jenkins.
Na revista ele fala de modo um pouco diferente, mas com um mesmo fundamento, ou seja, a CONVERGÊNCIA. Chegando até mesmo falar sobre o caso da eleição de Barack Obama (que em sua campanha política usufruiu de todas as áreas de informação existentes, desde um simples site até anúncios em jogos para videogame).
Essa transmídia é a mídia do futuro, todas as mídias intregradas. Que de maneira ideal devem agir de forma transdiciplinar, complementando uma à outra.
Jenkins diz que é possível chamar esse episódio de democratização da cultura. Pois uma vez que a sociedade participa ativamente nos processos que ocorrem a seu redor, elas começam a trocar mais idéias umas com as outras. Ele friza ainda que não é a tecnologia que faz isso acontecer, mas sim a cultura em torno dessa tecnologia.
Em minha opinião, o que seria certo pensar é que em um futuro muito próximo, da maneira que as coisas andam, logo logo não se encontraram por ai empresas que apenas façam uma coisa no mercado. Ex: so uma emissora de rádio, só uma rede de transmissão de TV, etc. Mas sim uma única indústria que englobe tudo isso em uma coisa só.
Abraços,
Obrigado.
Descordo da opinião do nosso colega Jeferson, lembram da necessidade de especialização? já imaginou um jogador de futebol;
-treinador: que posição vc joga?
-Jogador: há eu dou o chute do tiro de meta e corro lá pra matar no peito e fazer um gol de bicicleta!
Na minha opinião quem ñ se especializar em uma só atividade ñ levanta voo, sem contar que isso acabaria com a esperança do pequeno empreendedor.
E acredito ainda que devido as mudanças no mercado ñ estamos longe de voltar ao tempo da troca, lembram né? antes da invenção do papel moeda, dim dim, tutu, era tudo na base do; eu preciso da carroça que você fabríca e vc necessita do arroz que eu planto! Ok? Ok!
fui!
Concordo com o que meu coléga Jeferson e Paulo citam em seus comentários.
Hoje o que governa o mundo é a praticidade, todos procuramos formas de nos atualizar de maneira rápida, econômida e global.
Acredito que daqui pra frente um ramo de negócios levará a outro.
As prespectivas do mundo globalizado é unir todas as atividades em uma só.
Desacordo com a opinião de meu coléga Adilson pois estamos em constante inovação e quem só se especializa em uma só atividade ai sim que não levantará vôo algum.
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