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quarta-feira, 3 de março de 2010

ES1 – Empresas brasileiras são mal gerenciadas

Pesquisadores da Stanford University e da London School of Economics analisaram o desempenho de empresas em 17 países e concluíram que o Brasil ocupa a 14ª posição em gerenciamento empresarial.

Matéria da Gazeta do Povo do dia 03/03/2020 (link para a matéria aqui) mostra uma pesquisa realizada pelos economistas Nicholas Bloom, da Stanford University, e John Van Reenen, da London School of Economics onde foram analisadas as práticas de gestão de médias empresas de 17 países (no Brasil foram entrevistadas 559 empresas) e ficamos mal na foto.

Fatores como gestão familiar, incentivos a funcionários, nível educacional dos gestores e dos funcionários são, na opinião dos pesquisadores, os principais empecilhos ao bom desempenho empresarial.

ranking da gestão empresarialO que mais preocupa, no nosso ponto de vista, é a fraca capacidade do empreendedor brasileiro em realizar planejamento e orçamento empresarial. Via de regra encontro estas dificuldades quando estou prospectando novos clientes ou, quando eles chegam até mim, já estão com sérias dificuldades financeiras na empresa e com falta de clareza nas estratégias competitivas – apesar de conhecer bem o tipo de produto que produz/vende.

E como diminuir esta diferença para os países desenvolvidos? Creio que a grande oportunidade está nas mãos dos administradores de empresas. Desde a graduação é preciso dar grande ênfase à construção de estratégias e à elaboração de orçamentos empresariais.

Ambos estão diretamente atrelados, uma vez que as oportunidades de mercado são descobertas e a forma de aproveitar estas oportunidades são delineadas (Planejamento Estratégico), é possível a elaboração dos planos orçamentários de receitas e despesas.

Ambas as etapas precisam ser constantemente revistas e acompanhadas por indicadores que dêem a exata noção de como está o andamento das ações no dia a dia da companhia em vistas dos cumprimentos dos objetivos estratégicos. Jamais o administrador (gestor) deve descuidar dos indicadores, realizando uma avaliação de seu desempenho com o desempenho do seu setor ter condições de adaptar as estratégias e orçamentos às situações do mercado.

Capacitação. Quem acha que já estudou o suficiente e que já domina o mercado onde atua e se acomoda corre o sério risco de ser superado e pulverizado do mercado.

Investir na educação continuada de gestores e colaboradores, fazendo com que todos se desenvolvam e alcancem um senso crítico mais apurado das coisas, para poderem se antecipar aos problemas e não apenas reagir a eles. Quanto mais capacitado for o colaborador, mais condições ele terá de propor alternativas inovadoras que possam aumentar a rentabilidade do negócio, ampliando mercados.

Porém não esqueça: recompense os colaboradores, reconheça seu valor, premie o ótimo desempenho. Crie uma cultura de excelência por desempenho superior, assim a empresa alçará novos patamares e todos ganham – clientes, sociedade, colaboradores e acionistas.

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